Cooperação

Somos um grupo de pesquisadores envolvidos com a área de antropologia média ou antropologia da saúde interessados em fortalecer a comunicação e cooperação entre estudantes, militantes, professores e profissionais da América Latina. Essa iniciativa surge de iniciativas anteriores de aproximação entre antropólogos brasileiros e Mexicanos, que buscamos relatar abaixo.

A cooperação e troca entre antropólogos brasileiros e mexicanos é de longa data, e particularmente no campo da antropologia tem se reforçado em eventos e encontros acadêmico-científicos e com publicações coletivas, como o volume 08 (01) de 2003 da Revista de Ciência e Saúde Coletiva na ABRASCO, o número de maio/agosto de 2010 da Revista Desacatos: Revista de Antropologia Social do CIESAS (Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social) e o Anuário antropológico 2011/1 do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Universidade de Brasília (PPGAS/UnB).

Em 2011, se realizou o  1o Encontro de Antropólogos Mexicanos y Brasileiros com o apoio da Associação Brasileira de Antropologia (ABA) e do Centro de Investigações y Estudios Superiores en Antropologia Social (CIESAS), para se estruturar um processo sistemático de cooperação. Durante o segundo Encontro, realizado em 2013, se tirou como proposta a construção de uma plataforma online para diálogos e trocas entre pesquisadores e estudantes, que está no momento em construção. Para mais informações, pode se consultar o video do II encontro.

Como continuidade da cooperação entre o grupo de pesquisadores brasileiros e mexicanos, tem-se como projeto para 2015 a realização de um Simpósio durante o IV Congresso Latinoamericano de Antropologia, que se realizará no México.

No âmbito das ações de cooperação técnica internacional, observa-se uma necessidade e tendência de mudança de características verticais e normativas, para estratégias horizontais e cooperativas, principalmente entre países da América Latina (Bronfman e Polanco, 2003). E as iniciativas também deixam de depender tanto de ações governamentais e institucionais e passam a se constituir a partir dos atores, nesse caso de pesquisadores e estudantes. Os modelos de cooperação passam a se basear na constituição de redes, com um caráter flexível, descentralizado e menos hierarquizado (Bronfman e Polanco, 2003; Silva, 2007).

 


::: La cooperación y intercambio entre antropologos brasileños y mexicanos viene de mucho tiempo, y particularmente en  el campo de la antropología se refuerza en eventos y encuentros academicos-cientificos e con publicaciones colectivas, como el volumen 08 (01) de 2003 de la Revista de Ciencia e Saúde Coletiva na ABRASCO, el numero de mayo/agosto del 2010 de la Revista Desacatos: Revista de Antropologia Social del CIESAS (Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social), y el Anuario Antropologico 2011/1 del Programa de Pós-Graduação en Antropologia Social de la Universidad de Brasília (PPGAS/UnB).

En el 2011, se realizó el 1º Encuentro de Antropólogos Mexicanos y Brasileños con el apoyo de la Associação Brasileira de Antropologia (ABA) y del Centro de Investigaciones y Estudios Superiores en Antropología Social (CIESAS), para que se estructure un proceso sistemático de cooperación. Durante el segundo Encuentro, realizado en 2013, se tiro como propuesta la construcción de una plataforma online para diálogos y intercambios entre investigadores e estudiantes, que está en el momento en construcción (video do II encontro).

Como continuación de la cooperación entre el grupo de investigadores brasileños y mexicanos, hay como proyecto para 2015 la realización de un Simposio durante el IV Congreso Latinoamericano de Antropologia, que será realizado en el México.

En el ámbito de las acciones de cooperación técnica internacional, se observa una necesidad y tendencia de cambio de características verticales y normativas para estrategias horizontales y cooperativas, principalmente entre los países de Latino América (Bronfman e Polanco, 2003). Las iniciativas también dejan de depender tanto de las acciones gubernamentales e institucionales e empiezan a constituirse a partir de los actores, en este caso de investigadores y estudiantes. Los modelos de cooperación pasan a basarse en la constitución de redes, con un carácter flexible, descentralizado y menos jerárquico (Bronfman e Polanco, 2003; Silva, 2007).

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